Qual a frequência necessária de exercícios para entrar em forma, de acordo com a ciência ?

O recomendado é que se tente variar o tipo de atividade que se faz em uma semana.

Todos nós sabemos sobre a importância de fazer exercícios físicos constantemente. Isso porque essa rotina produz melhorias, não somente estéticas, como também condicionamento para o praticante. Especialistas recomendam ao menos uma caminhada por dia, pois aumenta a produção de endorfinas, diminui a tensão muscular e abaixa o hormônio do estresse.

Embora todos saibam os benefícios que os exercícios trazem, qual será a frequência que se deve treinar para entrar em forma? Ela vai depender de alguns fatores como, por exemplo, qual é o objetivo da pessoa, a intensidade do exercício e algum histórico de lesão que o praticante tiver. Além disso, o tipo de treinamento que se faz também pode determinar a frequência com a qual a pessoa terá que se exercitar

Isso porque o exercício força diferentes sistemas do corpo. E esse estresse causa fadiga, mas também leva à adaptações, no caso melhorias, específicas para o estresse experimentado.

Exercícios

Um exemplo disso é o treinamento de resistência, como levantar peso. Ele ajuda a construir força muscular, no entanto é menos provável que ele melhore a aptidão cardiovascular. Porque ele coloca mais estresse nos músculos esqueléticos do que no coração.

Entretanto, as melhorias só acontecem com uma combinação de recuperação e repetição. Se a pessoa não faz a repetição do estresse do treinamento, as melhorias vão ser perdidas. Também é necessário que se dê ao corpo tempo suficiente, mas não muito, entre as sessões de treinamento para se recuperar e se adaptar.

Ou seja, a chave para melhorar o condicionamento físico é treinar de uma maneira consciente. Isso significa encontrar um equilíbrio entre exercícios e recuperação suficiente.

Prática

Contudo, não é tão simples assim porque, para complicar as coisas, alguns sistemas corporais demoram mais para se recuperar do que outros.

Por exemplo, os exercícios que estressam o sistema nervoso, como corrida, treinamento intervalado de alta intensidade ou treinamento de resistência muito pesado, vão levar mais tempo para se recuperar do que um exercício de baixa intensidade. Como por exemplo, uma corrida leve que estressa principalmente o coração e pulmões.

Isso quer dizer que, dependendo do tipo de atividade que se fizer, a pessoa pode precisar se exercitar mais ou menos do que se pensa.

Geralmente, para a pessoa comum que está tentando entrar em forma, o principal não é necessariamente a quantidade de exercício que se faz, mas sim a qualidade.

Por exemplo, o treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT), que envolve a prática de exercícios com esforço máximo por um período de tempo curto, promete melhorar o condicionamento físico e a saúde.

Tempo

De acordo com um estudo recente, fazer de quatro a sete sessões de exercícios intensos de um minuto com 75 segundos de descanso umas três vezes por semana, melhorou o condicionamento físico e o bem-estar mental. E quem que não se exercita regularmente, menos de 30 minutos por semana, pode não ter esse benefício.

Essa frequência com a qual se deve exercitar depende de várias coisas. Incluindo a frequência com que a pessoa é capaz, os seus objetivos e a intensidade do exercício que ela está fazendo.

O recomendado é que se tente variar o tipo de atividade que se faz em uma semana. E que se permita o tempo de recuperação suficiente entre os dias de treinamento intenso ou de resistência. E, no geral, o programa mais eficaz é aquele que se mantém de uma maneira consistente por um longo período de tempo.

Fonte: Fatos Desconhecidos

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