"É uma calúnia absurda", disse ex-secretário Almiro sobre acusação de gastos com guardanapos

"Querem justificar a incompetência criando fatos. Todos os documentos são públicos, existem os extratos das contas. É fácil verificar", disse Menezes

Nos últimos dias apoiadores da atual gestão e até mesmo a prefeita Jôve Oliveira acusaram o ex-prefeito Luiz Menezes e o ex-secretário de saúde Almiro Mendes de terem realizados gastos supérfluos com recursos do covid-19.

Na licitação pública, modalidade pregão, são elencados diversos itens para cotação de preço, sendo que o município só compra aquilo que realmente é necessário.

Conversamos com o ex-prefeito e com o ex-secretário e, segundo eles, as informações estão completamente equivocadas, principalmente no que diz respeito a compra de guardanapos no valor de mais de 200 mil reais e pastas sanfonadas, que apesar de serem itens do processo não foram adquiridos. A prefeita Jôve Oliveira, inclusive, acusou a antiga gestão de ter gasto 2 milhões de reais em coisas supérfluas, valor que, segundo os ex-gestores,  foi bem distante do valor citado, onde todas as notas pagas nos dois pregões, com materiais de expediente e limpeza, itens essenciais, a empresa EDIVALDO MARQUES DA SILVA- ME, totalizam R$ 78.668,39.

"Acredito que não entendem de administração pública e dos procedimentos licitatórios. Terminamos o ano com todos os salários em dia, com pagamento de insalubridade para os servidores, todos os postos de saúde com médicos, centro covid-19 funcionando, tudo em estabilidade. E agora querem justificar a incompetência criando fatos. Todos os documentos são públicos, existem os extratos das contas. É fácil verificar. Espero que o fato chegue a justiça e que haja as devidas correções", disse Luiz Menezes.

"É uma calúnia absurda. Fizemos um trabalho sério, com muito esforço na secretaria de saúde, principalmente no combate a covid-19. Fizeram uma matéria criminosa. Estamos à disposição da justiça e quaisquer outros meios para esclarecermos esta história. É de uma maldade sem tamanho", disse o ex-secretário Almiro Mendes.  
             

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